segunda-feira, 26 de abril de 2010

II Fórum de Debates sobre Questões Indígenas

Com os objetivos de debater os desafios interculturais existentes no tocante ao resgate e à preservação da identidade étnica Cinta-Larga e de discutir os principais mecanismos legais relativos à defesa dos direitos dos povos indígenas o curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC - promoveu, em 23/04, o II Fórum de Debates sobre questões Indígenas.
O evento se realizou em dois momentos. O primeiro deles contou com a palestra intitulada " Em busca da memória dos povos Cinta Larga", proferida pela Prof.ª Fairuse Moreira Rodrigues. No segundo momento, o Prof. Fabrício Fernandes Andrade palestrou a respeito do "Cenário jurídico referente aos povos indígenas antes e depois de 1998."
A prof. Fairuse destacou, no campo da antropologia cultural, o processo de resgate e formação da identidade cultural da etnia Cinta Larga. Ao passo que, no campo jurídico, a fala do prof. Fabrício frisou as principais transformações ocorridas, na área dos direitos indígenas, após a promulgação da Constituinte de 1988.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Educação, nutrição e saúde


Uma das tônicas do trabalho pedagógico desenvolvido em pré-escolas é o cuidado com a nutrição do aluno. Esta possui reflexos diretos sobre o desenvolvimento cognitivo e sobre a saúde da criança.

Segundo dados da OMS, no Brasil, aproximadamente 24% das crianças estão acima do peso. Neste tocante, compete às escolas não só ensinar hábitos à mesa e orientar os pais e responsáveis quanto à educação alimentar de seus filhos, mas também regular o funcionamento de suas cantinas.

Atento às guloseimas ofertadas pelas cantinas escolares, na última semana, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou projeto que obriga as cantinas das escolas a vender apenas alimentos saudáveis.

O Projeto ainda seguirá para o Senado Federal. Os critério de definição para alimentos saudáveis e não saudáveis serão estipulados pelas autoridades sanitárias, segundo texto do projeto.

Refrigerantes, frituras, alimentos preparados com conservantes e extremamente calóricos têm sido o vilão de problemas precoces causados no público infantil: colesterol alto, diabetes e hipertensão são apenas alguns deles.

Imagem - Fonte: http://masascriancassr.universolusofono.org/wp-content/uploads/2010/03/a_aobesidinfant.jpg

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Acadêmicos de Pedagogia são aprovados em Concurso

Acadêmicos do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Cacoal – Unesc – são aprovados em concurso público promovido pela Secretaria de Educação do Estado de Rondônia. O concurso foi realizado para provimento de vagas para o cargo de Professor Nível 3.
Parabéns!!!!
Sucesso a todos.

Prof. Alberto Teixeira entre os alunos aprovados do 7º Semestre, docência nos anos iniciais do Ensino Fundametal.
Alunos aprovados do 5º Semestre do curso de Pedagogia ao lado do Prof. Ricardo Botta.

Prof.ª Cássia ladeada pelas aprovadas do 7º Semestre, Docência em Educação Infantil.

Aprovados do 7º Semestre, docência nos anos iniciais do Ensino Fundamental.




















terça-feira, 30 de março de 2010

Brinquedoteca


Sob a coordenação da prof.ª Loany Larissa a Brinquedoteca do curso de Pedagogia das Faculdades Integradas de Cacoal realizou, durante os meses de fevereiro e março, reuniões de estudos com o propósito de conferir capacitação àqueles acadêmicos do curso que irão conferir atendimento lúdico-pedagógico aos alunos das escolas que serão recebidas pela Brinquedoteca.


A partir desta semana a Brinquedoteca atenderá alunos de escolas públicas, municipais e/ou estaduais, que estejam cursando a Educação Infantil ou os anos iniciais do Ensino Fundamental.

O atendimento ao público ocorre uma vez por semana, totalizando três atendimentos mensais.


As escolas que tiverem interesse em intensificar o trabalho de formação de seus alunos mediante visita à Brinquedoteca da Unesc poderão efetuar seu cadastro através do e-mail: pedagogia@unescnet.br


terça-feira, 2 de março de 2010

Políticas educacionais ocorrem sem adaptações escolares

Os ditos populares "apressado come cru" e "colocar a carroça na frente dos bois", em certa medida, expressam a existência de ações efetivadas sem um devido planejamento. Uma vez isto ocorrendo não se pode ter muita certeza quanto ao real sabor do prato ou quanto ao lugar onde se chegará.
Na educação não ocorre muito diferente. Há uma série de medidas políticas, legítimas e necessárias, que, no entanto, se implantam em condições estruturais, físicas e materiais inadequadas. Desta feita, nem sempre os resultados esperados, relativos à aprendizagem e ao desenvolvimento do aluno, são atingidos.
É assim com as medidas inclusivas que submetem alunos deficientes à ambientes escolares desprovidos de uma equipe pedagógica multidisciplinar, como requer a legislação.
Tem sido assim também com o Ensino Fundamental de 9 anos. A extensão da obrigatoriedade do ingresso da criança no Ensino Fundamental a partir dos 6 anos 'pegou' muitos municípios sem realizar as adapatções físicas - sem falar nas pedagógicas - necessárias para atender ao novo público.
Recentemente o Jornal Folha de São Paulo publicou matéria relativa a esta situção no estado de São Paulo. Parte da matéria está reproduzida abaixo.
"Sentada em uma carteira de adulto, Isabela, 6, não consegue colocar o pé no chão. Suas sandalinhas balançam dois palmos acima do solo. Esse é apenas um dos problemas enfrentados pelos alunos de seis anos que, a partir deste ano, passam a ingressar no ensino fundamental (...).
(...) colegas de sala de Isabela também enfrentam dificuldades e precisam sentar com a mochila nas costas, para ficarem próximos à mesa. Outros estão em pé, para alcançar lápis e papel. "Elas são pequenas para ficar cinco horas aqui. Estão sempre inquietas, incomodadas. Depois do lanche, coçam o olho de sono. Umas dormem apoiadas na mesa", observa Maria, professora da turma.
Até o ano passado, o antigo primário recebia alunos a partir dos sete. Lei federal determinou a antecipação da entrada para que os estudantes pobres tivessem mais um ano de escolarização (crianças na faixa do fundamental devem, obrigatoriamente, estar na escola).
A ideia era que houvesse adaptação para receber as crianças mais novas, com carteiras adequadas, espaços como brinquedotecas e a criação de projeto pedagógico que mesclasse o início da alfabetização com atividades lúdicas. Mas nada disso ocorreu na rede pública de São Paulo, segundo professores e diretores ouvidos pela Folha" (Folha de São Paulo, Educação. 26/02/2010).
A realidade paulista nos faz pensar na "vocação" das políticas educacionais para posicionar a carroça a frente dos bois. Embora válidas e necessárias tais políticas devem prever, estimular e acompanhar medidas administrativas que possam antecipar e superar os infortúnios relativos à falta de adequações, materias e pedagógicas, imprescindíveis à eficácia da medida política.
E como tem sido, caro leitor(a), esta situação em seu município? Deixe seu comentário.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Políticas educacionais e tendências pedagógicas

Curso de formação proferido pelo Prof. Carlos Alberto Rodrigues, em 27/02, contou com a presença de aproximadamente 130 alunos do curso de Pedagogia.
Focado nos determiantes sócio-econômicos da educação o curso destacou os fundamentos políticos das tendências pedagógicas liberal e socialista.
Cada uma destas tendências, segundo o professor, representa um projeto societário que é, em parte, modelado e reproduzido pela prática pedagógica.
De um lado, operando um projeto societário capitalista, a tendência liberal sustenta que a escola tem a função de preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, pré-determinados, de acordo com as suas aptidões individuais.
Em contrapartida, sustentando um projeto societário alternativo, a tendência socialista parte da análise crítica da realidade social e sustenta que a prática pedagógica, para ser libertadora, não pode se dissociar de uma prática social compromissada com a mudança.