segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

ALFABETIZAÇÃO A PARTIR DE TEXTOS

Leandro de Jesus Silva-5. Pedagogia
O texto de Moura discorre sobre um assunto polêmico que é a alfabetização a partir de algumas teorias. Para isso, em primeiro lugar, temos que entender o que é alfabetização e o que é letramento. Podemos encontrar inúmeras definições sobre alfabetização e letramento; porém, não pretendemos nos prender ao tema letramento; nesse momento, nosso foco é a alfabetização.

Alfabetizar não é apenas aprender a ler e a escrever, alfabetizar é muito mais que ensinar a codificar e decodificar. Em outras palavras, entendemos a alfabetização como um modo de construir conhecimento, assim como Moura (1999, p. 111),

Desde que nascem esses sujeitos são construtores de conhecimento. No esforço de compreender o mundo que os rodeia, levantam problemas muito difíceis e abstratos e tratam por si próprios, de descobrir respostas para eles. Estão construindo objetos complexos de conhecimento, e o sistema de escrita é um deles.

Trabalhar a partir de textos é, para a criança, essencial; pois faz com que compreenda o mundo da escrita e o mundo em que vivemos demonstrando uma leitura e conhecimento do mundo em sua volta.

Trabalhar com textos na alfabetização desperta no educando a curiosidade, provoca questionamentos e estimula o prazer pela a leitura. Trabalhar com textos que estão manifestos na cultura popular é de suma importância principalmente por ser mais atrativo. Textos como cantigas de roda, poesias e parlendas; dentre outros conhecidos, oferecem-nos valiosos recursos que colaboraram para com a formação de práticas de leitura e de produção textual pela criança.

Assim, o educador deve realizar leitura para o aluno, realizar leitura compartilhada entre com o aluno, leitura coletiva, dirigida, individual, roda de conversa ou de leitura; permitindo que as crianças tenham acesso a variados tipos e portadores de textos.

É comum muitas crianças, e até mesmo adultos, acreditarem que a leitura de um texto só pode acontecer se o texto estiver impresso; porém, não sabem eles que se pode ler um texto através de recurso áudio-visual. Quando o educador se depara com situações como essa deve oferecer mecanismo para que elas aprendam outra maneira de se ler, tornando a leitura mais significativa.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

LIVRO: Guia Pratico do alfabetizador Autor: Carvalho,Marlene.Serie princípios 5ª ed.Ed.atica.SPAULO.Sp.Ano:2005.

MOURA, Tânia Maria de Melo. A prática Pedagógica dos Alfabetizadores de Jovens e Adultos: Uma contribuição de Paulo Freire, Emilia Ferreiro e Vygotsky. Maceió: EDUFAL, 1999. 215 p.




segunda-feira, 31 de outubro de 2011

BRINQUEDOTECA RECEBE ALUNOS DO SESI EDUCAÇÃO DE CACOAL


Professoras: Aline Bertotti, Simone Ponte Solange Arnoldt, Roseane Brito e Prof. Ismael Cury-Diretor Faculdade

A Brinquedoteca da UNESC recebeu ontem, 18, as crianças das turmas do Pré I e Pré II do SESI Educação de Cacoal, acompanhadas pelas professoras Aline Bertotti, Simone da Ponte e Rosiani Brito. Durante todo o dia foram desenvolvidas diversas atividades e brincadeiras, tais como bambolês, pular corda, pinturas nos rostos, bonecas, carrinhos, brincadeira de roda, dentre outras, que proporcionaram momentos de ludicidade. Para auxiliar nas brincadeiras estiveram presentes acadêmicas do 4º período de Pedagogia que, sob a coordenação da profª. Solange Arnoldt, coordenadora da Brinquedoteca, desenvolveram diversas atividades com as crianças, possibilitando a relação entre teoria e pratica. Na ocasião foi servido lanche para as crianças que já aguardam uma nova data para retorno.


segunda-feira, 24 de outubro de 2011

SEMINÁRIO REFLEXÕES SOBRE ALFABETIZAÇÃO

Prof. Nelson Rangel Coordenador Pedagogia na abertura

Profa. Elenara Ues Cury-Coordenadora Seminário
Com o objetivo de debater sobre os desafios de alfabetizar letrando, o curso de Pedagogia da UNESC, coordenado pelo prof. Nelson Rangel Soares Filho, promoveu no último dia 11/10 seminário com o tema "Reflexöes sobre Alfabetizaçäo". O  evento foi realizado sob a coordenaçao da profª. Ms. Elenara Ues Cury, ocasiäo em que os alunos do 4º período de Pedagogia destacaram o papel decisivo do professor como mediador no processo de construção da linguagem escrita pela criança, aspecto relacionado à aprendizagem que se manifesta por meio das hipóteses que as crianças constroem, destacando, inclusive, o papel da escrita como bem cultural socialmente elaborado e historicamente construído.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

DIA NACIONAL DO SURDO

Profª: Miriã Gil de Lima[1]
A Comunidade Surda Brasileira comemora no dia 26 de setembro, o Dia Nacional do Surdo, neste dia é relembrado às lutas históricas por uma educação de qualidade, melhores condições de vida, saúde e cidadania.
O esse dia  foi sugerido devido à inauguração da primeira escola de Surdos no país, o INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos, situada no Rio de Janeiro. Essa história iniciou-se no Brasil em 26 de setembro de 1857, durante o Império de D. Pedro II, quando Hernest Huet professor francês com o apoio do Imperador fundou o Instituto Imperial de Surdos-Mudos no Rio de Janeiro que nesta época era um asilo somente para surdos do sexo masculino.
Na antiguidade os gregos consideravam os surdos como seres incompetentes, pois acreditava-se que o pensamento não poderia se desenvolver sem a linguagem, pois Aristóteles considerava  que a linguagem oferecia condições de humano. Assim por não falarem os surdos eram considerados seres que não tinham possibilidades de desenvolver as faculdades intelectuais.
Eram privados de seus direitos legais e julgados incapazes de gerenciar seus próprios atos; até por volta do século XII não tinham o direito de ser casar e constituir uma família, a igreja católica acreditava que suas almas não poderiam ser consideradas imortais por que não podiam falar os sacramentos.
No início da idade moderna surgem novos caminhos para a educação dos Surdos, educadores defendem que os mesmos são seres capazes de aprender e se desenvolverem, seja através do oralismo ou da linguagem gestual. Esta fase foi marcada por inúmeros sofrimentos, pois os mesmos eram torturados, suas mãos eram amarradas e proibidos de se manifestarem através do uso dos sinais.
No Brasil, somente no ano de 2002 o governo federal reconheceu a LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais – como língua das comunidades surdas do Brasil com a promulgação da Lei 10.436/02 regulamentada no ano de 2005 pelo Decreto 5.626/05, que defende o bilinguismo na educação dos surdos.
Atualmente a Libras é reconhecida e aceita na educação como meio de comunicação e interação entre surdos e ouvintes, surgindo assim um novo tempo a educação dos surdos, incluindo-os na sociedade como outro membro qualquer. 


[1] Professora de LIBRAS nos Cursos de Pedagogia e Ciências Contábeis nas Faculdades Integradas de Cacoal - UNESC

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Curso de Pedagogia realiza Sessão Comentada de Cinema na UNESC

Foi realizado no último sábado, dia 17 de setembro, com iniciativa dos alunos de pedagogia, a primeira sessão comentada de cinema, com o filme: “Nell, a menina selvagem”. “ Nell é um filme com conteúdo riquíssimo para a antropologia e para a psicologia, com uma atuação maravilhosa de Jodie Foster que uniu intensidade e delicadeza construindo uma personagem impossível de ser esquecida. A estória da “menina-mulher selvagem”, fruto da violência humana (estupro), que tem sua vida restrita à mãe, à irmã e à sua floresta. Isolada de tudo mais que há no mundo vê nas duas únicas pessoas de seu mundo o meio de expressar seus sentimentos”. Para o Prof. Dr. Luis Roberto Sousa Mendes, organizador e responsável pelo evento, o filme Nell mostra o papel da cultura e a sua atuação em cada indivíduo e o papel que esta exerce em nossa vida, em nossa sociedade. A sessão contou com a presença de alunos de diversos períodos e de alguns convidados. Ao final do filme, os alunos se reuniram em grupos e socializaram os momentos marcantes dessa iniciativa.  
Coordenação do Curso de Pedagogia

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

SEMINÁRIO EDUCAÇÃO INFANTIL






No dia 20/08/11, o quarto período do Curso de Pedagogia apresentou à todos os acadêmicos do Curso o Seminário com o tema: Educação de 0 a 5 anos de idade, embasado no Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, sob as orientações das Professoras Cássia Regina Bazuco Vargas e Miriã Gil de Lima. O mesmo teve como objetivo proporcionar conhecimentos mais amplos sob a tricotomia: a Educação de 0 a 3 anos; diferenças e semelhanças entre cuidar, brincar e educar. a pré-escola de 4 e 5 anos e o papel de professor de Educação Infantil. Estiveram presentes o Prof. Nelson Rangel Soares Filho (Coordenador do Curso), professores e acadêmicos do Curso de Pedagogia. O sucesso foi sentido por todos, inclusive foi solicitados pelos alunos que fossem realizados mais eventos no quilate desse ora realizado.































LABORATÓRIO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS INICIA PROJETO DE ALFABETIZAÇÃO A JOVENS E ADULTOS

Prof. Elenara, Prof. Nelson, Profa. Suzi e os Alunos
O Laboratório de Práticas Pedagógicas (Laboratório Multidisciplinar de Ensino e Aprendizagem) do curso de Pedagogia da UNESC iniciou neste semestre projeto para atender a alfabetização de jovens e adultos. As atividades estão sendo planejadas, aplicadas e avaliadas por acadêmicos do curso, favorecendo a aproximação entre a formação teórica e prática do futuro pedagogo. O laboratório se estrutura para desenvolver atividades de natureza prática mediante a organização de oficinas de ensino e aprendizagem desenvolvidas por professores e alunos, objetivando a elaboração de material didático, a compreensão e a avaliação de seu adequado uso pedagógico, promovendo um conjunto de atividades didático-experimentais para possibilitar a compreensão e a reflexão voltadas para a educação de jovens e adultos.